Já comentei o que eu acho sobre mudanças?
É, eu não gostava delas. Passado. Eu mudei, e uffa comecei a notar que mudanças não são tão assustadoras asssim. Quem não tem problema mudar a comoda de sapatos de lugar uma vez ou outra, vc vai bater na quina dela por algumas semanas, mas depois se acostuma, e tudo que era novo e diferente para a ser normal como qualquer rotina.
Bom eu mudei quando decidi que vou trancar minha faculdade. Talvez isso não seja bem mudança, talvez seja também um pouco de evolução. Eu sempre fui contra pessoas que trancam a faculdade, acho desperdício de tempo. Ainda mais quando se é jovem.
Mas agora vendo por outro ângulo, o meu ângulo percebi que ainda há muito tempo pra se fazer o que se quer nessa vida. E que se você resolver jogar tudo para o alto tem sempre alguém ao seu lado que vai te ajudar a segurar as coisas quando elas começarem a cair.
Tudo bem, não vou mais ter o café da faculdade, nem a biblioteca mais fudida de todas, nem vou poder ficar reparando nas patricinhas. Mas vou fazer um curso com meu pai (segredo ainda), passar mais tempo com ele, aprender coisas novas, e por que não mudar mais e mais?
30 de abril de 2009
18 de abril de 2009
Psicologia barata - parte II
Dias atrás, tomando meu café numa livraria perto da Praça Rui Barbosa, lia filosfia. Não que isso seja hábito, mas naquele dia uma boa dose de filosifia podia ter o mesmo efeito que a boa e velha psicologia barata da internet. Mas enfim...
Li sobre o utilitarismo de John Stuart Mill (1806-1873), teoria que a wikipedia* resume como:
'Agir sempre de forma a produzir a maior quantidade de bem-estar'
Funciona mais ou menos assim: uma ação é boa quando traz mais benefícios do que malefícios para o maior número de pessoas, e é ruim quando traz mais malefícios do que benefícios para o maior número de pessoas.
Tem a ver com ética e blábláblá, e contraria qualquer princípio egoísta pois leva em consideração o bem-estar geral e não de um único indivíduo. Mas aí eu fico pensando: egoístas pesam mais em si do que nos outros, satisfazem mais os seus desejos e necessidades do que os alheios,por isso estão mais felizes, e pessoas mais felizes estão mais dispostas a ajudar outras pessoas...e por aí vai.
Concluindo: devemos ser egoístas para trazer mais benefícios que malefícios para a sociedade. Cada um por si, e fica a dica.
*usei a wikipedia pq o livro era umensaio muito complexo para um blog que ninguém lê
Li sobre o utilitarismo de John Stuart Mill (1806-1873), teoria que a wikipedia* resume como:
'Agir sempre de forma a produzir a maior quantidade de bem-estar'
Funciona mais ou menos assim: uma ação é boa quando traz mais benefícios do que malefícios para o maior número de pessoas, e é ruim quando traz mais malefícios do que benefícios para o maior número de pessoas.
Tem a ver com ética e blábláblá, e contraria qualquer princípio egoísta pois leva em consideração o bem-estar geral e não de um único indivíduo. Mas aí eu fico pensando: egoístas pesam mais em si do que nos outros, satisfazem mais os seus desejos e necessidades do que os alheios,por isso estão mais felizes, e pessoas mais felizes estão mais dispostas a ajudar outras pessoas...e por aí vai.
Concluindo: devemos ser egoístas para trazer mais benefícios que malefícios para a sociedade. Cada um por si, e fica a dica.
*usei a wikipedia pq o livro era umensaio muito complexo para um blog que ninguém lê
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8 de abril de 2009
Psicologia barata, sempre fui adepta.
Videozinhos motivacionais não me convencem mais. Mais ainda sim gosto da psicologia barata. Prefiro café, comédia-romântica fracassada. Longas conversas com estranhos no msn.
Mas se videozinhos funcionam com você, fica a dica:
Mas se videozinhos funcionam com você, fica a dica:
4 de abril de 2009
Invernos e namorados
O frio é propício para o abraço. Combina com café e cafuné. Vinho e carinho (!)
Está aberta a temporada de caça.
OK. Estou só brincando, mas acho mesmo que o inverno merece um amor. ;)
Está aberta a temporada de caça.
OK. Estou só brincando, mas acho mesmo que o inverno merece um amor. ;)
29 de março de 2009
Coisas que não vingam
Existem coisas que simplesmente não vingam. Cosias que você até planta semente, a arvore cresce, mas ela nunca dá flores nem frutos.
As vezes nós mantemos coisas (e pessoas) em nossas vidas porque estamos acomodados, acostumados, habituados com a existência delas lá, mas isso não quer dizer que elas sirvam para alguma coisa.
Nós nos acomodamos debaixo da sombra da árvore que nunca dará frutos e ficamos nisso. Ok., nem todo mundo é assim, não quero generalizar, mas acho que todo mundo devia, de vez em quando, dar uma vasculhada na sua própria vida e avaliar se ainda é saudável ficar na sombra. Se ainda é saudável cultivar velhos hábitos, guardar certas coisas ou manter certos relacionamentos.
Se isso parece confuso pra você deve ser porque você não precise disso. Se você entendeu, ‘ficadica’ mas cuidado, nada de atitudes drásticas, tudo que é demais faz mal ;)
As vezes nós mantemos coisas (e pessoas) em nossas vidas porque estamos acomodados, acostumados, habituados com a existência delas lá, mas isso não quer dizer que elas sirvam para alguma coisa.
Nós nos acomodamos debaixo da sombra da árvore que nunca dará frutos e ficamos nisso. Ok., nem todo mundo é assim, não quero generalizar, mas acho que todo mundo devia, de vez em quando, dar uma vasculhada na sua própria vida e avaliar se ainda é saudável ficar na sombra. Se ainda é saudável cultivar velhos hábitos, guardar certas coisas ou manter certos relacionamentos.
Se isso parece confuso pra você deve ser porque você não precise disso. Se você entendeu, ‘ficadica’ mas cuidado, nada de atitudes drásticas, tudo que é demais faz mal ;)
22 de março de 2009
Pânico, medos e manias.
Uma das últimas comunidades que me chamaram a atenção no incrível mundo do orkut chamava-se ‘pânico de perguntas pessoais’. Me identifiquei, é claro!
Por definição, pânico é um terror infundado, uma reação descontrolada frente algum perigo. Pra mim o pânico é a ausência súbita de fala, a garganta seca, os joelhos trêmulos e o olhar atônito. É o que me acontece quando perguntam o que eu fazia em tal lugar com fulano gesticulando como uma louca (!).
O problema é mesmo a interrogação. Interrogações demonstram interesse..se perguntam é porque interessa, porque parece realmente interessante pra um dos lados da historia: o lado curioso.
É isso que me deixa em pânico. O fato de que minha vida pessoal possa interessar à outra pessoa. Se eu conto, por livre e espontânea vontade, não parece assustador, se me perguntam parece um bicho de sete cabeças.
É por isso que eu dou uma risada nervosa, um meio sorrido, uma piscadela e desconverso...saio de fininho antes que o bicho pegue!
Por definição, pânico é um terror infundado, uma reação descontrolada frente algum perigo. Pra mim o pânico é a ausência súbita de fala, a garganta seca, os joelhos trêmulos e o olhar atônito. É o que me acontece quando perguntam o que eu fazia em tal lugar com fulano gesticulando como uma louca (!).
O problema é mesmo a interrogação. Interrogações demonstram interesse..se perguntam é porque interessa, porque parece realmente interessante pra um dos lados da historia: o lado curioso.
É isso que me deixa em pânico. O fato de que minha vida pessoal possa interessar à outra pessoa. Se eu conto, por livre e espontânea vontade, não parece assustador, se me perguntam parece um bicho de sete cabeças.
É por isso que eu dou uma risada nervosa, um meio sorrido, uma piscadela e desconverso...saio de fininho antes que o bicho pegue!
1 de março de 2009
Liberdade, igualdade e utopia
Na antiga Atenas, quando surgiram os primeiros vestígios de democracia, todos os homens atenienses maiores de 18 anos podiam ter vida política. Eles eram todos livres e portanto iguais. Mulheres e cidadãos não atenienses eram impedidos de qualquer tipo de expressão ou manifestação política. Aristóteles já havia dito por aí muito (ou pouco) antes (ou depois) disso que a ‘liberdade é o princípio básico da democracia’.
Mentira.
Liberdade já foi critério de igualdade. Mas naquela época os poucos cidadãos que podiam participar da primitiva democracia eram limitados pelo fator poder. Podia mais quem tinha mais. Sim, já naqueles tempos os ricos tinham voz e os pobres, tão livres quanto eles, ficavam a mercê de suas decisões.
O caráter material sempre limitou a igualdade, e portanto, a liberdade.
E hoje, se a constituição diz que somos todos iguais perante a lei é porque nada mudou. Ainda quem possui propriedade, dinheiro e bens materiais é mais livre.
Ou não. Pois ‘o homem com o objetivo de garantir sua propriedade coloca limites à sua própria liberdade’ (Locke).
É aí que eu concordo com a idéia de que nós não nascemos todos livres e iguais. É o sistema econômico, político e social em que vivemos que dita isso. Ser ou não ser, ter ou não ter.
(Por enquanto que se ****** os acentos.)
Mentira.
Liberdade já foi critério de igualdade. Mas naquela época os poucos cidadãos que podiam participar da primitiva democracia eram limitados pelo fator poder. Podia mais quem tinha mais. Sim, já naqueles tempos os ricos tinham voz e os pobres, tão livres quanto eles, ficavam a mercê de suas decisões.
O caráter material sempre limitou a igualdade, e portanto, a liberdade.
E hoje, se a constituição diz que somos todos iguais perante a lei é porque nada mudou. Ainda quem possui propriedade, dinheiro e bens materiais é mais livre.
Ou não. Pois ‘o homem com o objetivo de garantir sua propriedade coloca limites à sua própria liberdade’ (Locke).
É aí que eu concordo com a idéia de que nós não nascemos todos livres e iguais. É o sistema econômico, político e social em que vivemos que dita isso. Ser ou não ser, ter ou não ter.
(Por enquanto que se ****** os acentos.)
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